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Joaquim Rodrigues Jr. (12º/15º) foi o nosso melhor representante (Foto: Rodrigo Castro)

 

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Rui Gonçalves (15º/19º) foi prejudicado por um péssimo arranque na manga MX2/Open (Foto: Rodrigo Castro)

 

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Vindo dos ISDE, Paulo Gonçalves (22º/27º) mostrou a mesma determinação de sempre na defesa das cores lusas (Foto: Rodrigo Castro)

 

Portugal repete 8º lugar

Mesma equipa, mesmo resultado. Joaquim Rodrigues Jr., Paulo Gonçalves e Rui Gonçalves fizeram história em Namur em 2001 ao registar o melhor resultado de sempre de uma selecção lusa no Motocross das Nações. Hoje em Ernée, o trio garantiu novo 8º posto entre as trinta selecções participantes.

Ainda antes das motos começarem a rodar no espectacular traçado de Ernée, os pilotos descobriram que teriam de lidar com a lama resultante da chuva que caiu durante a noite. Contudo, o sol acabou por aparecer secando o circuito ao longo do dia e proporcionando excelentes condições para a realização desta edição das olimpíadas do MX.

A primeira manga da tarde juntou as categorias MX1 e MX2. Depois de alguns problemas com a frente da sua moto durante o ‘warm-up’, Joaquim Rodrigues Jr. saiu bem da grelha, rodando algumas voltas no ‘top ten’. Com o início da segunda metade da corrida, o piloto de Barcelos seria ultrapassado pelo francês Sebastien Tortelli e, já com a meta quase à vista, foi o inglês Carl Nunn a relegar o luso para 12ª posição. Por sua vez, Paulo Gonçalves andou sempre ‘à espreita’ de um lugar no lote dos 20 mais e, mesmo chegando a ocupar o 24º lugar, suplantou Paul Cooper na última volta para cortar a meta no 22º posto.

A selecção nacional enfrentou a manga seguinte – aquela que reúne as classes MX2 e Open – na 8ª posição da tabela provisória. Infelizmente, os portugueses não conseguiram sair bem da grelha, com Joaquim Rodrigues Jr. e Rui Gonçalves a serem, respectivamente, 20º e 31º na passagem inaugural. ‘J-Rod’ foi recuperando posições gradualmente, chegando a 15º a cinco voltas do final, altura em que a distância para Andrew McFarlane já era bastante significativa. Apesar do péssimo arranque, o ‘Wild Kid’ não baixou os braços, encetando uma espectacular recuperação que o traria até ao 19º lugar por altura do caír da bandeira de xadrez.

Agrupando as categorias MX1 e Open, a última manga iria definir se Portugal conseguiria segurar o 6º posto que ocupava até então. Desta vez, Rui Gonçalves saiu bastante melhor e rapidamente se instalou no 18º lugar. Com um ritmo bem consistente, o piloto de Vidago atacou os seus adversários na altura certa, vindo a terminar na 15ª posição a somente 2 segundos do italiano Davide Philippaerts. Paulo Gonçalves arrancou ligeiramente pior que RG mas, mesmo rodando perto do ‘top 20’ nos momentos iniciais, acabaria por cair até ao 27º posto. Pelo facto de ter vindo directamente dos ISDE para o MXdN, pode-se compreender esta dificuldade em acompanhar o ritmo de alguns dos melhores pilotos do mundo de Motocross.

A 59ª edição do MX das Nações foi tudo o que se esperava para a nossa selecção e – considerando que esta foi uma das mais antecipadas e disputadas de sempre – podemos mesmo dizer que Portugal ultrapassou as expectativas. Parabéns Quim, Paulo e Rui!

2005-09-25 :. 16:26:33 :. Reportagem :. Ró Jr.

 
 
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