 O n.º 1 continuará na posse de Hugo Santos na próxima época. Curiosamente, o Touro foi o único dos quatro principais pilotos de MX1 que não efectuou qualquer holeshot  A somente um ponto de Hugo Santos em Elite, Luís Correia dominou a maior parte das estatísticas da classe maior, entre elas o número de voltas lideradas e de mangas vencidas  Quase 50% dos holeshots de MX2 foram realizados por Nelson Silva, piloto que, neste momento, se encontra lesionado. Uma traumatismo a nível cervical vai colocar NS de fora das pistas durante os próximos dois meses. Força Nelson!  Além de Vincent Turpin e Antoine Delsart, Mickael Musquin foi outro dos franceses que passou por Portugal e deixou boa impressão. Todos eles lideraram voltas, tanto em MX2 como em MX1 |
Esta semana, a nossa rubrica de estatísticas faz uma retrospectiva (em números, é claro!) do último Campeonato Nacional de Motocross Elite.
1
O número desejado por todos que colocam a sua moto na grelha de partida teve este ano um duplo sentido. Não só foi a conquista de Hugo Santos (MX1 e Elite) e Paulo Gonçalves (MX2) como também marcou a diferença pontual entre o ‘Touro de Chaves’ e Luís Correia na decisão da coroa Elite (184 contra 183).
2
O número de mangas que Paulo Gonçalves não venceu na categoria MX2. O piloto de Esposende foi derrotado em ambas as ocasiões por Nelson Silva mas não deu qualquer hipóteses aos seus adversários nas restantes 16 (!) mangas.
3
O número de pilotos franceses que conseguiu liderar voltas. Mickael Musquin e Antoine Delsart comandaram, cada um, 2 passagens pela linha de meta em MX2. Na classe maior, o outro gaulês, Vincent Turpin, liderou 21 voltas a caminho de um triunfo em Freixo de Espada à Cinta.
4
O número de pilotos que repartiram tudo em MX1. Hugo Santos, Luís Correia, Sandro Marcos e Vincent Turpin deixaram o seu marco nesta temporada e todos, sem excepção, conseguiram ‘pole-positions’, ‘holeshots’, vitórias em mangas, voltas lideradas e triunfos à geral. Um campeonato memorável em termos de competitividade…
5
O número de vencedores diferentes ao longo dos campeonatos MX2 e MX1. Paulo Gonçalves triunfou em todas as 9 classificações gerais das 250F ao passo que nas 450cc de válvulas Luís Correia (5), Hugo Santos (4), Sandro Marcos (1) e Vincent Turpin (1) dividiram os sucessos. Em Elite, Santos foi o mais vitorioso (4) mas Luís Correia (3) e Sandro Marcos (1) também brilharam.
8
O número de ‘holeshots’ conseguidos por Luís Correia em 22 arranques da classe MX1. O piloto de Moçarria foi regularmente o mais rápido no cair da grelha mas Sandro Marcos também não lhe ficou muito atrás (5). Em MX2, Nelson Silva foi o que mais se destacou ao averbar 4 ‘holeshots’ em 10 oportunidades possíveis.
10
O número de pilotos diferentes que lideraram voltas na classe MX2. Paulo Gonçalves ficou com a maior fatia (248), deixando Nelson Silva bastante atrás (43). As restantes voltas foram comandadas por um grupo de fortes jovens: Hugo Basaúla (7), Luís Ferreira (7), Mickael Musquin (2), Fábio Guerreiro (2), André Santos (2), Antoine Delsart (2), Luís Cardoso (1) e Francisco Marcelo (1).
21
A média de idades dos três primeiros da classificação final do campeonato de MX2. Os 27 anos de Paulo Gonçalves contrastam com os restantes membros do ‘top five’ – Nelson Silva, Paulo Alberto, Nuno Cação e Hugo Basaúla – todos eles com idades inferiores a 20 anos! Um bom indicador do rejuvenescimento do Motocross nacional.
2006-06-23 :. 00:34:08 :. Estatísticas :. Ró Jr.
|